quarta-feira, 25 de março de 2015

Traição de Fellay

Amigos,
Salve Maria!

Impossível assistir esse vídeo e negar que existe, ao menos, um acordo tácito entre a Neo-Fraternidade e Roma apóstata e modernista.

Dom Fellay anda em sentido contrário que trilhou e indicou Dom Lefebvre que disse que enquanto não houvesse um retorno de Roma à Tradição católica era impossível qualquer tipo de conversa.

São dois vídeos, provavelmente de 2012, onde somente quem é desonesto intelectualmente irá negar que existe uma conversação adianta entre as duas partes.







segunda-feira, 23 de março de 2015

Santa Missa de Sempre em Contagem/MG


Prezados,
Salve Maria!

Santa Missa durante a I° Semana da Paixão, com Dom Rafael Arízaga, O.S.B.

De 23/03 a 26/03 às 19:30.

Santo Rosário e confissões 1 hora antes.

Rua Teodoro Fernandes dos Santos, 391 - Riacho - Contagem/MG

Sermão do Rev. Padre René Trincado no Mosteiro da Santa Cruz – I° Domingo da Paixão.





"Tempus faciendi domine, dissipaverunt legem tuam: já é tempo de cumprir o prometido. Violada está Tua divina Lei; abandonado Teu Evangelho; torrentes de iniquidade inundam toda a Terra e a arrastam mesmo a teus servos. Desolada está a Terra, a impiedade se assenta nos tronos (a democracia liberal), Teu Santuário é profanado, a abominação está no lugar santo. Deixarás tudo abandonado, Senhor justo, Deus das vinganças? Chegará a ser como Sodoma e Gomorra? Te calarás para sempre? Continuarás suportando tudo?” São Palavras proféticas de São Luís Maria Gringnon de Montfort, palavras que descrevem a terrível época inaugurada com o último concílio. E neste espantoso panorama de devastação geral, só um cego pode negar ou por em dúvida a necessidade, mais urgente do que nunca na história da Igreja, de ter bispos que nos deem a Doutrina Católica integra, a Verdade salvadora.

Acusa-se a Resistência de causar a divisão dos que devem estar unidos, de soberba e de desobediência. Antes, acusaram a Mons. Lefebvre exatamente do mesmo. Os que nos acusam de romper com a unidade padecem desse sonho pacifista tão característico dos liberais. Nossa resposta está nas palavras eternas de Cristo: “Não vim trazer a paz, senão a espada de divisão” (Mt. 10,34; Lc. 12,51). “A paz vos deixo, minha paz vos dou; não como a dá o mundo, Eu vo-la do” (Jo. 14,27).

Nosso Senhor nos ensina que uma é a paz do mundo e outra é a paz de Cristo. Que há uma paz boa e outra ruim. Uma divisão boa e outra má. “A paz de Cristo é a união que Ele estabelece entre o céu e a Terra por sua Cruz (Col. 1), diz São Cirilo citando São Paulo e agrega que é má toda a paz que separa do amor divino”. E São João Crisóstomo, falando da boa espada ou divisão, diz que o médico, a fim de salvar o restante do corpo, corta o que tem de incurável. Acrescenta que uma divisão boa terminou com a má paz da Torre de Babel e que São Paulo, por sua vez, dividiu a todos que se haviam unido contra ele (At. 23). São João Crisóstomo assinala que Cristo veio dar início a guerra Católica e Santo Eusébio ensina que Nosso Senhor, fazendo-nos do exército do Reino dos Céus, nos dispôs para o combate contra os inimigos. Estas citações provam a mentira do pacifismo dos liberais.

Agora bem, depois de quase vinte séculos de guerra, de resistência da Igreja, entre duros combates, vindos do Demônio, finalmente, com sua obra mestra, o Concílio Vaticano II, a destruir a vontade de luta dos soldados de Cristo. Com efeito, o liberalismo, batizado no concílio, acabou com a guerra: se firmou por fim a paz com o Demônio, o mundo e a carne.

Contra esse engano diabólico se levantou valorosamente e resolutamente nosso fundador, Mons. Lefebvre, porém 40 anos depois vemos a congregação que lutava gloriosamente em defesa de Cristo, abandonar gradualmente a trincheira, deixar paulatinamente de combater e mendigar migalhas à seita conciliar. Perdida a esperança na conversão de Roma pelo poder divino (coisa que parece impossível aos que deixaram de confiar inteiramente em Deus) e esquecendo que esta guerra não é de homens senão de Deus; se busca um auxilio humano, uma aliança adultera com os liberais moderados, a ajuda de alguns supostos “novos amigos em Roma” (Cor Unum 101), se pretende um acordo de paz com o inimigo. Se pensa que entrando na estrutura oficial, os tradicionalistas converterão pouco a pouco aos modernistas e, desse modo, a Igreja será restaurada. Porém, tudo isso não é mais do que uma horrorosa ilusão de origem indubitavelmente diabólica, ilusão que está fazendo baixar os braços aos que combatiam valorosamente por Cristo: “Não se veem na Fraternidade os sintomas dessa diminuição na confissão da Fé?” diziam os três bispos ao Conselho Geral em sua carta de abril de 2012. O combate pela Fé diminui na mesma medida em que a fumaça de Satanás – o liberalismo – se introduz na Tradição por uma greta aberta por dentro e pela cabeça traidora. Por isso, agora a Fraternidade busca uma paz que não é de Cristo.

No que nos diz respeito, saibamos viver e morrer na trincheira, que é aos pés da Cruz. Não una o homem o que Deus separou! Esta é a guerra de Deus. Com efeito, ensina São Luís Maria Gringnon de Montfort em seu “Tratado da Verdadeira Devoção” que “Deus quis e formou uma única inimizade – inimizade irreconciliável – que durará e aumentará até o fim, e é entre Maria e o diabo; entre os filhos e servidores da Santíssima Virgem e os filhos e sequazes de Lúcifer”. E disse Deus: “Porei inimizade entre ti e a mulher e entre tua descendência e a dela. (Gen. 3, 15). Ai está a declaração de guerra! Foi Deus quem declarou a guerra! Fomos criados para a guerra! E essa guerra é Sua guerra, não nos pertence, não temos direito de fazer a paz, em terminar com ela. Nosso dever é de combater sem pretender por fim a esta guerra. Não temos o direito de render-nos. Temos o dever de pelejar, não de alcançar a vitória, porém, para os soldados de Cristo, pelejar é vencer! “Aos soldados toca combater, e a Deus dar a vitória” dizia Santa Joana D’Arc. A vitória virá no final. Deus revelou o resultado da guerra: “Porei inimizade entre ti e a mulher e entre tua descendência e a dela”... e ela te esmagará a cabeça.” “Ipsa conteret” (ela esmagará). Essas duas palavras são precisamente o lema escolhido por Dom Faure. Ipsa conteret caput tuum: Ela, demônio maldito, pai do modernismo, do liberalismo, de todas as heresias, das covardias, das traições e de todos os pecados; te esmagará a cabeça, te vencerá.

“Fidelis inveniatur” (sejam encontrados fieis) (I Cor 4, 2) é a divisa de Dom Williamson. Longe de ser “pura retórica”, explica o ódio e a perseguição universal do qual é objeto. Porque Deus suscitou inimizades, antipatias e ódios...- sigo citando São Luís M. G. de Montfort – entre os verdadeiros filhos e servidores de sua Mãe e os filhos e escravos do demônio...filhos de Belial, os escravos de satanás...perseguiram incessantemente...e perseguiram ainda mais...aqueles que pertencem a Santíssima Virgem, assim como em outro tempo Caim perseguiu Abel e hoje a Ne0-Fraternidade, Roma apóstata e os obscuros poderes mundiais perseguem a Dom Williamson e Dom Faure, aos bispos fieis a Resistencia, a Dom Tomás e seus monges e a todos os demais verdadeiros soldados de Cristo.

Que pela intercessão de Nossa Mãe Santíssima, Deus nos conceda combater até o fim com o valor e a força do Leão (do escudo de Dom Williamson) e com a humildade e mansidão do cordeiro (do escudo de Dom Faure), as ordens de nossos dois bispos, e sob nosso único estandarte: a Cruz de Cristo.

E Viva Cristo Rei!

Fonte: Non Possumus


sexta-feira, 20 de março de 2015

Santa Missa de Sempre em Contagem


Prezados,
Salve Maria!

Atualizando as datas e horários de Missa em Contagem:

* Sábado, 21/03 às 19:30, dia de São Bento - Missa com o Rev. Padre Ernesto Cardozo.

* Domingo, 22/03 às 11:00, I Domingo da Paixão, com Dom Rafael Arízaga, O.S.B.

Santo Rosário e confissões 1 hora antes.

Rua Teodoro Fernandes dos Santos, 391 - Riacho - Contagem/MG

terça-feira, 17 de março de 2015

Sagração Episcopal no Brasil


Um bispo em ação

Um grande e aguardado acontecimento

Por um irmão da Santa Cruz

No mosteiro beneditino de Nova Friburgo, um acontecimento pode pegar muita gente de surpresa!

Tal acontecimento poderá abalar alguns, espantar a outros, surpreender a muitos, dar esperanças a outros, em especial, dar muitas esperanças para muitos fiéis da Tradição do Brasil e do mundo. Mas, afinal, qual acontecimento é este que pode causar tão grande impacto? Ele é importante, importantíssimo. Teremos uma sagração episcopal!

Sim, meus caros fiéis, parece que a Providência guiou-nos a isso. Parece que teremos a graça, a honra, o privilégio de realizar em nosso mosteiro uma sagração.

Esse dia, essa grande e belíssima cerimônia, ficará marcada para sempre na memória e na história de cada um de nós como marca indelével de fé e caridade.

Mas, muitos poderiam nos criticar, poderiam objetar dizendo: - Que escândalo, para que tudo isso? Qual a necessidade? Qual o motivo? “Que necessidades temos de mais testemunhas... Que vos parece?”

A estas críticas e objeções respondemos o seguinte: Primeiro o que fazemos é para honra e maior glória de Deus; segundo, para o bem das almas; terceiro, para segurança e assistência da Resistência.

Sim, meus caros amigos, nosso combate é pela Tradição, nosso combate é pela defesa da fé católica, nosso combate é pela doutrina de sempre, pela liturgia de sempre, pelos sacramentos de sempre, pela incorruptibilidade da obra de Dom Lefebvre que se faz desenvolver pela União Sacerdotal de seus filhos mais fiéis. E estes, continuam, apesar das debilidades e deficiências, com a graça de Deus e ajuda da Virgem a grande tarefa de lutas pelo Cristo Rei, pelo bloco firme e perene da Resistência.

Por outro ângulo, nosso combate tem sido e continuará sendo, sempre, contra todo e qualquer erro pernicioso que ameace os direitos de Deus e da Igreja, nosso combate se sustenta contra todo e qualquer liberalismo que pela sua expansão de matizes, faz-se abrir e ramificar por todos os lados, tentando penetrar mesmo nos meios mais católicos. Tal penetração coloca em risco nossa fé, coloca em perigo a preciosa virtude da fé. Ora, e não é isso que acontece com quem entra em contato, direto ou indireto, com os liberais e modernistas? Acabem de uma maneira ou de outra, cedo ou tarde, rápido ou devagar se deixando infectar por um espírito não católico, por um espírito subversivo. Exemplo disso foi o desastre do CVII e seus péssimos frutos – ecumenismo: reunião de Assis, liberdade religiosa: proliferação das seitas, colegialidade: disseminação da autoridade hierárquica, etc.

Já está muito evidente, nós “non possumus”, não podemos nos aproximar da atual Roma sem antes ver operar a sua conversão, sem antes vê-la professar uma profissão clara e publica da integridade da fé católica. Não sejamos ingênuos, por mais que seus agressivos ataques não estejam tão patetes, eles são espertos, eles sabem esperar, esperar o momento certo para atacar, para exigir. Eles sabem esperar, como uma velha raposa do mato – experiente e hábil em seus negócios - que fica escondida na moita esperando a vítima passar para dar o bote e tê-la em suas garras, entre seus dentes.

Enquanto a Roma protestante, adúltera, conciliar persiste em seus erros, em sua conduta, o que queremos dela é distância. Distância de seu liberalismo, de seu progressismo, de sua farsa aparente de catolicismo. Eis um afastamento necessário.

E o que notamos na Fraternidade nestes últimos tempos?

A má conduta da Neo-Fraternidade está fazendo com que a aproximação com Roma crie vínculos que desperta e estimula uma reconciliação, uma regularização. Ora, sem o retorno de Roma a santa fé, isso é impossível, é impensável, é ir contra os princípios que norteiam a fundação da Fraternidade. Seria caminhar para o que é inaceitável. E assim sendo, nunca conseguirão “instaurare omnia in Christo”.

Quer queiram quer não, o fato é – a Fraternidade já esta a passos largos descendo a ladeira da abertura ao mundo, ao liberalismo, com visões muito humanas das questões teológicas, dos problemas doutrinais, e estendendo calma e lentamente seu braço com a caneta na mão para assinar os papéis de um futuro acordo. Mas mais cedo ou mais tarde é provável que saia um acordo? Só Deus o sabe. Especulamos que seja provável, que seja previsível, não é impossível. O que fazer? Fazer o bem, evitar o mal. Esperar e ver o que acontece. O tempo e a oração nos dirão, mas e, sobretudo, rezar muito, como diz sabiamente um bispo – 15 mistérios todos os dias – para que o pior não aconteça e o mal não triunfe.

Atenção: Ela (a Fraternidade) já está dispersando o pequeno rebanho que defende e combate os erros modernos, desviado os exércitos da Tradição por caminhos tortuosos. As poucas ovelhas fiéis já estão em meios a lobos vorazes. Todo cuidado é pouco.

E a Resistência o que fará em relação a tudo isso que está acontecendo? Agir, reagir, entrar em ação, em reação - com a: operação sagração! É uma audácia, é uma petulância arriscada, mas precisa, necessária.

Ouço as vozes se elevarem... Ouço os cogitadores ecoarem, argumentarem – Que imprudência, que espírito cismático, agir sem razão, sem ver as conseqüências de seus atos, que falta de juízo, de discernimento. Com certeza não! Cremos que não há melhor maneira de julgar tal coisa como sendo um ato de obrigação, diante de Deus e dos nossos bons companheiros – padres, religiosos, fiéis.

Estamos confiantes, e a confiança, segundo S. Tomás, é uma esperança fortalecida por sólida convicção, essa nossa confiança se encontra em Deus e em Nossa Senhora. Não em nossas meras e poucas forças, pois as coisas humanas são fracas e débeis, mas no auxílio e aprovação de nosso Pai e nossa Mãe celestial.

Pois bem, mais do que nunca, agora o que queremos, o que precisamos são de bispos verdadeiramente católicos, bispos fiéis à herança deixada por Dom Lefebvre, à herança deixada por Dom Antônio, para salvar os valiosos tesouros da ortodoxia católica, de integridade doutrinal, que não é outra coisa, se não a fidelidade a Tradição. Eles (os bispos) nos confirmaram na fé, assegurarão a doutrina, transmitirão o que recebeu.

Já o nosso posicionamento em relação à aproximação com a Roma conciliar – temos e continuaremos a ter um posicionamento de distância, um afastamento necessário, mas observante, constante, mas advertente da Roma ocupada, da Roma progressista que corrompeu a eterna noção de verdade, adulterou a fé, os sacramentos, a liturgia, a teologia em quase toda sua totalidade. Sem a sua volta a Una fé católica em toda a sua extensão e amplitude não podemos nos entender, não podemos nos unir, não podemos nos colocar debaixo de uma autoridade que perdeu a fé de sempre, que perdeu a verdade imutável.

Eles não são dignos de confiança, por mais bem intencionados que estejam não são dignos de crédito.

A corrente progressista é perigosa, e por todos os lados eles tentaram massacrar o reinado de Cristo Rei, deixar as almas se perderem, descristianizar o mundo. São essas coisas que eles querem, afinal, não são eles os piores inimigos da Igreja?

Temos que nos opor a isso e batalhar na direção contraria. Trabalhar pelo Cristo Rei, por sua realeza, pela salvação das almas e cristianização da sociedade. Esses são nossos objetivos. E Dom Lefebvre e Dom Antônio não pensavam diferentes! Para eles esse era o rumo, a meta, a trilha a percorrer, com a ajuda da Providência e da Imaculada.

Nossa linha já esta traçada, nossa posição já esta firmada, firmada sobre a rocha, nossa posição é a de Dom Lefebvre, é a de S. Pio X, é a de Dom Williamson, é a de Nosso Senhor Jesus Cristo, são a eles que seguimos, não tem como nos desviarmos.

Resistimos! Resistentes! Resistência! Não entregaremos as armas. E qual é a nossa maior arma? A armadura da fé. Que S. José nos ajude por intercessão da Virgem Maria.

Sagração Episcopal – Mosteiro da Santa Cruz,
Nova Friburgo/RJ – Brasil
Horário: 09h00min h da manhã
Eleito: Rev. Pe. Jean Michel Faure
Pelas mãos de S.E.R. Dom Richard Williamson
Data: 19 de Março de 2015 – Festa do Glorioso São José, Esposo da Virgem Maria e Protetor da Igreja Universal

Salve Maria Santíssima,
guardiã da Fé
Viva CRISTO REI

segunda-feira, 16 de março de 2015

Santa Missa em Contagem/MG


Prezados amigos,
Salve Maria!

Haverá Santa Missa no próximo sábado, 21/03/15, às 19:30 em Contagem/MG com o Rev. Padre Ernesto Cardozo.

Rua Teodoro Fernandes dos Santos, 391 - Riacho - Contagem - MG.

Capela da Missão Nossa Senhora das Graças.

Santo Rosário e confissões a partir das 18:00.